Tem idade mínima ou ideal para levar (ou mandar) meus filhos pra Disney?

Oi Pessoal!!! Tudo bem?!

Hoje o Minha Disney Assim aborda um outro tema muito comum entre as famílias que planejam uma viagem a Orlando. Levar as crianças (claro!!!) mas a partir de que idade?! Mando meu filho sozinho em um grupo de excursão, será?! Mas qual a idade mínima?!

Assim como quase todas as outras perguntas que sempre me fazem, esta também não tem uma resposta exata. Aliás, o erro está exatamente, nas respostas “manjadas” e impensadas (portanto insensatas) do tipo: “só leva depois que ele(a) atingir pelo menos X centímetros, senão não aproveita montanha russa nenhuma”, ou então “só vai aproveitar quando tiver estudando inglês há pelo menos uns 3 anos, né?”. Essa é clássica: “Ihhh… com menos de 12 anos não adianta… eles não aproveitam nada…”

Vivo ouvindo isso e confesso que este tipo de resposta me irrita profundamente. Mas fazer o que?! Pelo menos, acesso a informação você vai ter agora. Podemos dizer que o aproveitamento a uma viagem a Orlando vai variar de acordo com as faixas etárias da garotada.

Faixa Etária 1: Dos bebês até aproximadamente 5 a 6 anos de idade
babiesInDisney
Imagem da internet

Conversando com uma amiga pedagoga, segundo ela, nessa idade, a criança não tem muito discernimento entre fantasia e realidade. É claro que esse limite de 5 a 6 anos pode até se estender. Conheço crianças com 8 anos de idade que ainda acreditam em Papai Noel. É mais ou menos por aí. Mas nessa faixa etária, tudo aquilo que ela vai enxergar, perceber, captar, vai fazer parte de um universo real para ela. E isso vai acabar resultando em uma impressão que vai ficar registrada pra sempre, de uma forma muito bacana. É claro que uma ou outra criança pode sentir medo de algum personagem, ou de algum cenário ou situação… Mas ninguém melhor que você para conhecer o seu filho. No fundo, você sabe se ele pode ter medo ou não. Em mais de 20 anos frequentando Orlando, os parques e observando atentamente as reações das crianças, afirmo com absoluta convicção, que são raríssimos os casos de crianças sentindo medo. O que acontece na maioria das vezes é justamente o contrário. Os pequenos ficam absolutamente maravilhados, extasiados com tudo o que estão vivendo naquele momento. Obviamente, viajar com crianças muito pequenas requer uma série de procedimentos, que ainda vamos abordar aqui no blog. Mas de um modo geral, é bastante tranquilo. E o melhor de tudo: com até 3 anos de idade, eles não pagam os ingressos (que por sinal andam caríssimos, independentemente da cotação do dólar). Ou seja: levar os filhos muito pequenos para Orlando faz bem para eles e para o seu bolso. 😉

Faixa Etária 2: De 7 a 8 anos até os 12 a 13 anos de idade

Imagem da internet
 
Bom… nessa fase da infância… preciso dizer mais alguma coisa??? (A imagem diz tuuuuuudo!). A partir dos 7 a 8 anos, as crianças já sabem diferenciar realidade de fantasia. Elas tem maturidade para saber que por trás dos personagens é possível encontrar gente de verdade e que nem tudo é o que parece ser. Mas é daí?? Com esta idade, elas podem aproveitar praticamente todas as atrações, todos os brinquedos, salvo em raríssimas exceções. É a minha fase favorita. Serão férias inesquecíveis que elas jamais irão esquecer. A Disney é feita prá eles!!!
Faixa Etária 3: De 13 a 14 anos até os 17 anos de idade

Integrantes do grupo de Janeiro / 2015

Bem… a partir dos 13 a 14 anos de idade, já na adolescência, tudo o que eles querem é fazer a primeira viagem da vida deles sozinhos, aliás, na companhia APENAS dos amigos da escola, do clube, do inglês… da galera do condomínio… E de preferência beeeem longe do papai e da mamãe… Rsrsrs… É meu caro, seu filho (ou filha) cresceu… E quer experimentar a liberdade e a responsabilidade de viajar sozinho, cuidar de si, do próprio dinheiro, da alimentação, fazer compras no supermercado, nos parques, nas lojas das grifes que eles amam. Ele quer ir pra Disney sozinho. E levar o pai ou a mãe, ou a tia ou os avós é mico! E aí? Deixar ou não deixar?!

Deixar, claro!!! Essa receita funciona bem há anos e dezenas de agências e operadoras brasileiras são especializadas nesse tipo de viagem. (É o caso da minha!). Obviamente, tomar todo tipo cuidado e buscar referências é essencial. Conversar com pais dos adolescentes que viajaram com a empresa em anos anteriores ajuda muito e tranquiliza corações partidos que ficam no Brasil. No meu caso, em 25 anos, já estou na fase de levar a segunda geração pra Orlando… É minha gente, o tempo passa… Primeiro foram os irmãos e primos mais velhos… De alguns anos pra cá, estamos levando os filhos dos pais que viajaram com a gente, nesta mesma fase, porém anos atrás…

Acredito que tenha respondido a algumas das dúvidas mais frequentes que vocês, papais e mamães tem, sobre o tema. Mas caso ainda restem dúvidas, por favor, deixem aí nos comentários.

Obrigada pela leitura e até o próximo post.

 

Por conta própria ou de excursão?

Outra pergunta que sempre me fazem nas redes sociais e mesmo no dia a dia da agência: “Compensa ir por conta própria ou em uma excursão?!”
Assim como tudo na vida, todo ônus tem seu bônus e vice versa. E não existe uma resposta certa, única, só esta resposta. Tudo depende do seu perfil. E da sua expectativa em relação a viagens em geral e em relação a ESTA VIAGEM para Orlando, sempre tão especial, ainda mais quando se vai pela primeira vez.

Se você é do tipo atirado, que não tem medo de nada, que não se assusta com o desconhecido, se você fala inglês e já viajou para o exterior outras vezes (embora nunca ter saído do Brasil e não falar outros idiomas não seja impedimento para viajar por conta própria); se você gosta gosta de ter uma programação livre, não curte respeitar horários, se você abomina a ideia de seguir uma liderança durante a viagem, você é o perfil de pessoa que deve ir por conta própria.

E ao contrário, se você não é o tipo independente, se você tem medo de sair do país estando sozinho, sem uma estrutura, ainda mais acompanhado de filhos pequenos, se você não quer ter o trabalho de pensar, de estudar e pesquisar o que vai fazer no seu dia a dia nos parques, se você não quer se arriscar, não quer ter nenhum trabalho com absolutamente nada, e quer ter a segurança de alguém experiente por perto, a quem recorrer em caso de qualquer problema, melhor ir em uma excursão.

Em grupo, aguardando uma conexão no aeroporto de Miami para Orlando. Parte do grupo de Janeiro/2014.

Agora, se você tem características dos dois “grupos” que eu descrevi acima, melhor pensar. Pensar muito. E considerar, de repente, a ideia de fazer uma viagem mais ou menos independente. Como é isso? Você se inscreve em um grupo de excursão, com guia, mas aluga um carro também, e avisa ao seu guia que em determinados momentos do dia, você prefere fazer a sua própria programação. Também pode dar certo. Mas vai sair um pouco mais caro, pois os serviços incluídos em uma excursão tem um custo. E você iria pagar por eles, mesmo não usando todos eles, todo o tempo. E além disso, ainda contrataria outros serviços (como um carro alugado) e teria outros gastos, como combustível, estacionamento nos parques, que normalmente quem está 100% em uma excursão não tem.

Mas não é só isso que você deve considerar. Tem outros aspectos também. Por exemplo, se você quer mandar o seu filho adolescente sozinho, não existe outra opção que a de um grupo de excursão, bem legal, de acordo com o perfil dele. (Mas isso é assunto de outro post).

Quando você viaja em uma excursão, normalmente a viagem é muito mais animada e divertida, pois todo mundo anda junto, o tempo todo, como uma grande família. E consequentemente, sempre acontecem situações hilárias, inesquecíveis, que entram pra sempre na história da viagem. Viajar em excursão também é uma oportunidade única de conhecer gente nova fazer novos amigos, pra vida toda. Caso você tenha qualquer problema, de saúde por exemplo, estando em uma excursão, é bem mais seguro e prático: o seu guia vai cuidar de tudo, acompanhar você a uma clinica ou hospital, caso necessário, ou mesmo acompanhar a consulta médica no hotel, caso o médico venha fazer uma visitinha. No dia a dia nos parques, você não tem que se preocupar nem com o mapa do parque, é só seguir o fluxo do seu grupo e se concentrar apenas em se divertir. Na hora das refeições, o seu guia irá ajudar na escolha dos pratos, a traduzir o cardápio se necessário, sugerir bons restaurantes… E nas compras, a mesma coisa. Você vai ter assessoria em tempo integral, receber dicas mastigadas, enfim… terá acesso a muito mais informação de qualidade que jamais teria se estivesse por conta própria.

Nesta foto, o grupo reunido para foto “oficial” em frente ao Castelo da Cinderela, no Magic Kingdom. Realmente, uma grande familia, durante os 15 dias de viagem a Orlando com extensão a Nova York!
Clique na foto para vê-la em tamanho real!!!

Outra grande vantagem de viajar em grupo é fazer um número muito maior de atrações em cada parque, do que quando se está por conta própria. Isso acontece porque os parques são gigantescos, e todo mundo que vai pela primeira vez, mesmo que tenha estudado os mapas, pesquisado muito, acaba ficando meio perdido. Em grupo, os guias são experientes, conhecem bem os parques, tem artifícios para economizar tempo, evitar filas. E com isso, o tempo ganho é enorme e você acaba fazendo muito mais atrações do que se estivesse sozinho por conta própria.

Farra garantida nos parques!!! :-) 

Por outro lado, você terá que respeitar horários e a programação definida pela sua agência. Não terá tanta liberdade para acordar na hora que quiser e sair para os parques quando bem entender.  E principalmente, vir embora do parque antes da hora, se os seus filhos menores estiverem muito cansados. Normalmente, os grupos são bem animados e divertidos, mas se você se desentender com algum outro passageiro, ou se no grupo tiver alguém bem “mala”, você acaba tendo que conviver com esta pessoa até o final da viagem. Viajando por conta própria, você define sua própria programação, muda o que achar que deve, de acordo com sua vontade ou condições meteorológicas por exemplo. Você também não corre o risco de se desentender com o guia da viagem – vai que o cara é chato! A maior vantagem é sem dúvidas a liberdade. Ser dono do seu próprio nariz, mesmo durante as férias, é essencial prá muita gente. E estes devem pensar bem antes de se juntar a um grupo.

Viajar em grupo é assim: tudo junto o tempo todo… Mas no final, isso é o que todo mundo quer: estar junto o tempo todo!

Como disse mais acima, para quem tem filhos pequenos, viajar em grupo pode ser uma tortura. Em dias de parques maiores e onde se fica o dia todo, até o fim dos fogos/ultimo show de encerramento das atividades diárias do parque, como no Magic Kingdom, Epcot e Hollywood Studios, as crianças podem se cansar muito e querer voltar pro hotel mais cedo. Neste caso, ter um carro à disposição faz toda a diferença. A não ser que você esteja hospedado dentro da Disney, aí tudo se resolve, pois o transporte do parque pro hotel (e vice versa) e gratuito e funciona o dia inteiro: uma mão na roda.

Bem… como você está vendo, vários aspectos tem que ser levados em consideração. Ir sozinho, por conta própria é muito vantajoso. Ir em grupo, mais ainda. Fazer um “mix” das duas coisas talvez seja disparado a melhor opção. Mas vai custar um tanto a mais.

O certo é que por conta própria ou de excursão, a Disney está lá, te esperando em Orlando. Juntamente com vários outros parques sensacionais. Um mundo mágico de muita diversão. Faz uma forcinha. Organize-se. Planeje. Mas não deixe de ir. A sua família merece. Você merece. E no que eu puder ajudar, com certeza, estarei aqui pra dar uma forcinha.

Bjos e até a próxima!!!!

Quanto tempo deve durar uma viagem à Disney?!

Uma das perguntas mais frequentes que ouço no meu dia a dia, e também um dos maiores problemas criados pelos meus clientes que decidem que vão passar férias em Orlando e já resolvem comprar as passagens primeiro sem me consultar (ou sem dar uma boa pesquisada antes) está relacionada a esta pergunta, que é o tema do nosso post de hoje:
QUANTO TEMPO DEVE DURAR UMA VIAGEM À DISNEY?!

É claro que não existe uma resposta única para esta pergunta. Existem muitas variáveis. Que variáveis? Por exemplo:
– Se é uma viagem com crianças pequenas ou adolescentes ou tudo junto e misturado;
– Se é uma viagem com objetivo de (muitas) compras;
– Se é uma viagem que você pretende fazer apenas uma vez na vida (hmmm…. essa é roubada, porque todo mundo muda de ideia depois que vai a primeira vez…)
– Se você tem um tempo pré-determinado – por exemplo 1 semana – e é simplesmente impossível mexer no prazo de duração da viagem;
E por aí vai… Mas é claro que existe uma média ideal em numero de dias. E pelo menos um ponto de partida, para começar a pensar.
Vou tentar resumir e acho que esse “esqueminha”, que já ajudou muita gente, pode te ajudar também:

1) Orlando tem 8 parques principais. 4 deles fazem parte do complexo Disneyworld (não se esqueçam de que estou falando apenas dos principais). São Eles: Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom.

2) Os outros 4 parques não fazem parte do complexo Disney, mas na minha opinião são imperdíveis. São eles: 2 Universais (Universal Studios e Universal’s Islands of Adventure; Seaworld e o Busch Gardens (esse último nem fica em Orlando, mas em Tampa).

3) Estes 8 parques que eu citei não são “aquáticos”, embora vários deles tenham atrações que “molham” muito. Os parques aquáticos principais de Orlando são 4 também: Aquatica e Discovery Cove (que pertencem/são administrados pelo Seaword), Wet’n Wild (parceiro da Universal) e o Blizzard Beach (da Disney). A Disney tem um outro lindinho e menorzinho, o Typhoon Lagoon, mas como estamos nos concentrando neste post só nos principais, vamos deixar ele de lado. É claro que eu vou falar de todos eles aqui no blog.

4) Ou seja: Se você quer ter uma ideia “geralzona” e completa da Disney e Orlando, precisa ter pelo menos 8 dias inteiros lá. Um dia para cada parque.

Mas e as compras? Calma. Nem todos os parques demandam um dia inteiro de visitas. Em pelo menos metade deles, você já vai ter terminado as atrações antes das 5 da tarde. Ou seja, depois dos parques, como os shoppings, malls, lojas e outlets ficam abertos até tarde, dependendo da época do ano, até 1 h da manhã, ainda sobra muito tempo livre pra comprar.
Partindo daí, destas informações, fica muito mais fácil você se organizar melhor.

Se faz questão de conhecer pelo menos um parque aquático, reserve mais um dia. Pelo menos.

Se as crianças são pequenas, e você acha que não vão aguentar o pique de parque todo dia sem descanso, reserve uns dois dias para dar um intervalo: e aproveitar para comprar. Neste caso seria bom que as crianças pudessem ficar com alguém no hotel, curtindo a piscina e relaxando do pique pesado dos parques…
Agora, se você só tem 7 dias inteiros, por exemplo, saiba que é praticamente impossível conhecer todos os parques principais. A não ser que você faça mais de um parque por dia (o que eu não recomendo). Iria passar batido em muita coisa, e a beleza, o legal, muitas vezes está nos detalhes… coisa que quem faz dois parques em um dia (e se é a primeira vez em cada parque), jamais conseguiria perceber.
Resumindo:  8 dias inteiros lá, pelo menos. Sem contar o dia (ou a noite) da viagem. E dependendo do horário de chegada a Orlando, sem contar o primeiro dia né? Pois se você chegar a Orlado das  da manhã em diante, não recomendo fazer parque já nesse primeiro dia da chegada. Isso vai dar 11 ou 12 dias de viagem, contando desde a saída do Brasil até o desembarque.

Mais ou menos assim:

Dia 1 – A noite, embarque no Brasil para Orlando, com ou sem conexões / escalas.

Dia 2 – Chegada em Orlando. Não é dia de fazer parque. No máximo, compras no Walmart ou as primeiras compras da viagem.

Dia 3 – Primeiro parque da viagem.

Dia 4 – Até o dia 9, um parque por dia.

……

Dia 10 – Ultimo dia de parque.

Dia 11 – Retorno da viagem. Dependendo do horario, chegada ao Brasil hoje mesmo. Dependendo, se for um voo noturno, só amanhã.

Dia 12 – Chegada ao Brasil, em caso de voo noturno na volta.

Espero que a dica seja util… A minha Disney é assim!!!!

Quando tudo começou: anos 90… post número zero

Na foto, com a Claudia, minha irmãzinha (mais nova que eu, mas minha chefe… hehehe) coordenando uma das nossas viagens em grupo a Orlando (Janeiro / 2015). Ao fundo, o hotel mal assombrando de “Twilight Zone” no Hollywood Studios.

Finalmente saiu… Agora foi! O primeiro post (espero que de muitos). O post número zero desse blog que é UMA das meninas dos meus olhos. Feliz de quem tem muitas, né?! Normalmente, as pessoas se interessam por um assunto, apaixonam-se por ele, começam a pesquisar, estudar, trabalhar e entender cada vez mais sobre. Daí, a paixão é tanta e o interesse idem, que a pessoa resolve que é hora de dividir com outras um pouquinho desse conhecimento e dessa experiência acumulada em tantos anos. E resolve escrever um blog. E do blog, nascem outras formas de comunicação, como perfis em redes sociais: Facebook, twitter, youtube, instagram. Daí a coisa começa a tomar proporções tão grandes, que acaba virando um business, um negócio mesmo, muitas vezes, para lá de lucrativo. Não é assim?!

Bem… aqui a coisa foi diferente. Prá saber um pouquinho da minha história, basta ler o “about me”, o “Sobre a blogueira” aí do lado, na coluna da direita. O caminho foi exatamente o inverso. Quer dizer, não EXATAMENTE. Mas quase.
Primeiro veio o negócio (da família né? Entrei de gaiata na história). E isso já faz tempo prá burro (1990’s). Depois o interesse, depois a paixão. Depois a coisa estacionou um tempo. Ou você acha que era fácil ir prá Disney toda hora, barato e facilitado como é hoje? Não gente. Era difícil. Era muito difícil. Vocês são privilegiados.
Não existia internet, nem blogs para referência, nem informação grátis disponível. Nem grátis e nem “paga”. Simplesmente não tinha. Não tinha passagem aérea promocional, muito menos programa de milhagem. Não tinha site de reserva de hotel, nem carro, nem venda de ingresso, nem seguro. (Nem a CVC existia…. hahaha!!! Brincadeira, a CVC até existia, mas não era 1% do que é hoje). Gente, não tinha nada disso. 
O que que tinha então? Tinha as tias. Tia Augusta e Vovó Stella Barros em SP, que na época era tia também, Tia Eliane em BH, Tia Penha em Vitória, com certeza algumas outra tias por aí. Tinha algumas operadoras especializadas em Disney. E só, minha gente. As viagens eram caríssimas. Pagas à vista ou através de consórcios de viagem. Cartão de crédito em 10 vezes sem juros? Ha ha ha… Inimaginável. A Disney era um sonho distante, muito distante.

Só que no meu caso era ainda pior, porque como havia um negócio da família (começando), a gente tinha acesso a um pouquinho de informação, que se resumia a brochuras lindas, coloridas, com a programação das viagens dia a dia. E no final, um preço que fazia a gente pensar: “Puuutz, a gente nunca vai conseguir ir nesse lugar”. Escrevo esta frase, e meus olhos se enchem de lágrimas. E não adianta, quantas vezes eu ler, vou me emocionar.

“Puuuutz, a gente nunca vai conseguir ir nesse lugar!”

Que nada! As coisas começaram a acontecer muito muito e muito rápido. E antes que eu me desse conta, surgiu a oportunidade de ir pela primeira vez, em um grupo da Stella Barros (uma das tias, né! Tinha que ser).

A primeira vez na Disney, com as amigas de viagem… Perdi contato com todo mundo, exceto com uma delas (que não está na foto) e recentemente, por causa do Instagram, encontrei mais uma (a da foto abaixo). Será que vou encontrar mais gente?!
Na primeira vez em Orlando, com a Alessandra, a quem fui reencontrar aaaaanos depois no nosso perfil do Instagram.

E depois da primeira vez, veio a segunda. A terceira, quarta e quinta. E antes que me desse conta, virava e mexia, lá estava eu em Orlando, vivendo toda aquela magia, e o melhor de tudo: de graça. Aliás, melhor ainda (agora é prá morrer de inveja mesmo): ganhando prá isso.

Bem… a partir daí, tudo foi acontecendo de forma muito natural. Entramos em um ciclo virtuoso. Quanto mais íamos para Orlando, mais conhecíamos dos parques, da cidade, dos shoppings e outlets. E assim, os roteiros ficavam cada vez melhores. E por causa disso, os grupos iam aumentando. E os nossos passageiros iam propagando as nossas viagens quando voltavam. E mais e mais passageiros surgiam, e mais vezes íamos para a Disney. Teve ano que fomos 4 vezes para Orlando. Em um mesmo ano. E assim, muito rápido, o tempo passou. Para ser mais precisa: 25 anos (em 2015). E um monte de vezes, de idas a Orlando. Mais de 40.

As pessoas me perguntam com uma certa frequência: “Diana, você não enjoa da Disney?”

A resposta, na ponta da língua: “Não, jamais. Impossível enjoar. Eu fico é morrendo de saudades, e em constante estado de ansiedade aguardando pela próxima”.

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Ah… Antes que eu me esqueça: Sim, sou a feliz (e realizada) proprietária da 4 Estações Turismo e Intercâmbio. (Todo mundo pergunta isso!!!). Aliás, das 4 Estações, pois hoje são duas agências! Uma em Andradas e a outra em Poços de Caldas, duas cidades lindas, no Sul das Minas Gerais, bem na divisa com o estado de São Paulo. Prá quem quiser conhecer melhor… ou se precisar de ajuda profissional, estamos à disposição. Segue links de contato, abaixo.

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Tá precisando dar um up, eu sei… Falta de tempo…

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Quando a gente trabalha no que ama, a vida passa muito mais divertida! Me sinto privilegiada. Essa foto foi feita em um Domingo de Carnaval… Hahaha (E dentro do escritório)

O mundo mágico de Walt Disney visto pelos olhos de uma experiente Dream Maker!